03 Dezembro, 2009

Já conhece o Skoob??

Uma dica perfeita pra quem, como eu, é viciada totaaaaal em ler: o Skoob.
O Skoob é uma rede brasileira de livros, um tipo de Orkut só pra essa paixão. Nele, é possível interagir com outras pessoas com os mesmos gostos literários -ou não- e fazer amigos que nunca vão deixar de ter assunto pra conversar xD.
O que mais me atrai no Skoob é o fato de poder mexer com livros o tempo todo: você pode montar tua estante, dar nota, fazer resenhas, marcá-los como 'lidos', 'não lidos', 'vou ler', 'abandonei', e mais uma série de coisas bacanas envolvendo esses objetos de desejo de gente viciada como eu \o/ É como ter sua biblioteca dos sonhos *_*
Gostou e quer participar? Clica AQUI, cadastre-se e boa leitura!! [ah e não esquece de me add, adoraria saber o que você está lendo!!]

06 Novembro, 2009

Falando de livros: os lançamentos do momento

Eeeeeeeee Novembro, meu aniversário, mês que vem Natal, todo mundo entrando no clima 'eu te amo esse mês, esqueça que te odeio', e vivendo o espírito natalino que se traduz por: presentespresentespresentes.
Não seja hipócrita. É verdade. Ou, vem dizer que você na verdade só comemora o nascimento- errôneo- do menino Jesus nesta data? Náh. (que tal pensar nele durante o ano pra variar?)
Bom, como eu adoro adoro fuçar na net -e amo livros- estava gastando meu tempo agorinha procurando alguns lançamentos bacanas pra me fazer babareee e quere-los mais que tudo. Quem curte, talvez aproveite estas dicas pra sacolinha de final de ano! Boa leitura!

Tess Gerritsen é a dama sem igual do romance policial nos EUA. Seus livros, escritos de forma impecável, alcançam o topo dos mais vendidos em questão de poucos dias. Eu sou suspeita em falar dela porque já li e ela me conquistou totalmente. O suspense é fantástico, as histórias são instigantes e os finais são sempre incríveis. Gerritsen criou uma das detetives mais carismáticas dos últimos tempos: Jane Rizzoli. A veterana da polícia bate ponto nos livros (na sequência): 'O Cirurgião', 'O Dominador', 'O Pecador', 'Duble de Corpo' e 'Desaparecidas'. Há um tempo atrás, chegou aqui na terrinha um de seus mais brilhantes romances: O Jardim de Ossos (Record, 448 pag). A história?
'A recém-divorciada Julia Hamill acaba de se mudar para a casa de seus sonhos. Tudo parece perfeito, até que, durante a reforma do jardim, ela desenterra um crânio humano que data do século XIX. Em 1830 o estudante de medicina Norris Marshall parte em busca do homem mais perigoso de Boston, a fim de provar sua inocência. Separadas por quase duzentos anos, as duas histórias se desenvolvem de forma precisa e instigante, chegando a um final tão chocante quanto engenhosamente concebido. '

Falar de Stephenie Meyer é moda hoje em dia. Depois de Twilight, não há ninguém que não conheça, se não ela, pelo menos seus personagens Edward Cullen e Bella Swan. Tentando fugir do estigma de 'autora de um romance só', Steph lançou este ano 'The Host', a trama de ficção científica que fugiu totalmente do 'amor eterno' de sua série famosa. Para as menininhas apaixonadas pelo vampiro, The Host é um balde de sangue frio. Pra quem gosta de um livro interessante e com um tema incomum, este é pra ter na estante. Comecei a ler hoje e é bem diferente mesmo. Há uma carga psicológica maior e os dramas recaem mais sobre a humanidade em total, não apenas em um casal. O romance (porque pode ser diferente, mas nem tanto =p) é cativante e bonito. Quem aposta comigo que The Host vai parar na telona?
Aqueles que suspeitam de ficção científica ou angústias adolescentes serão agradavelmente surpreendido com este grau de maturidade e de imaginação investigativa, propulsionados por partes iguais de ação e emoção. Uma espécie de parasitas altruísta pacificamente assumiu o controle das mentes e dos órgãos da maior parte dos seres humanos, mas a delicada Melanie Stryder não vai entregar sua mente para a alma alienígena chamada Wanderer. Perturbada pelas memórias insistentes de Melanie do namorado Jared, Wanderer desiste do anseio do corpo dela e decide ir ao deserto para encontrá-lo. Provavelmente o primeiro triângulo amoroso envolvendo apenas dois corpos, é obviamente romântico, e os personagens (humanos e alienígenas) genuinamente adoráveis. Leitores intrigado ainda familiarizados por este mundo alienígena irão notar alegremente que o final da história deixa a porta aberta para uma seqüência — ou uma outra série.

Não podia falar em lançamentos sem comentar o último livro da minha diva literária, Nora Roberts. Nora é uma das autoras mais lidas no mundo e uma das mais influentes em relação a romances, do século. Escritora metódica e insaciável, já publicou mais de 160 romances, a maior parte no gênero suspense romântico, traduzidos para 25 idiomas e editados em mais de 35 países. A partir de 2006, somando seus romances, passam de 660 semanas no New York Times Bestseller List, incluindo 100 semanas em primeiro lugar. Mais de 280 milhões de cópias de seus livros foram impressas, incluindo 12 milhões de cópias vendidas só em 2005. É mole isso? Confesso: sou uma devoradora compulsiva de romances da Nora xD Fuçando esses dias, entre os lançamentos, achei 'Pecados Sagrados' (Bertrand Brasil, 350 pag) e assinalei. Na verdade o original foi lançado por lá em Novembro de 1987, mas a gente dá um desconto =p
Nos indolentes dias de verão, uma impiedosa onda de calor é o principal assunto na capital norte-americana. Mas a condição climática logo deixa de ser matéria das primeiras páginas quando uma jovem é encontrada morta por estrangulamento. Um bilhete foi deixado: Seus pecados lhe são perdoados.
Logo surgem duas outras vítimas, e, de repente, as manchetes passam a ser dedicadas ao assassino que a imprensa apelidou de "Padre".
Quando a polícia pede à Dra. Tess Court, uma psiquiatra renomada, que auxilie na investigação, ela apresenta o retrato de uma alma perturbada.
O detetive Ben Paris não dá a mínima para a psique do assassino. No entanto, o que ele não consegue descartar com facilidade é a sensual Tess.
Moreno, alto e bonitão, Ben tem uma reputação lendária com as mulheres, mas a fria e elegante Tess não reage como as outras que ele conheceu... e o detetive acha o desafio sedutor. Agora, enquanto os dois estão juntos numa perigosa missão para deter um serial killer, irrompe a chama de uma paixão incandescente.
Mas há alguém que também está de olho na linda médica loura... e só resta a Ben rezar para que, se o assassino atacar, ele consiga detê-lo antes que seja tarde demais...

Todo mundo já leu, ou ouviu falar de 'Melancia' o primeiro romance de Marian Keyes. Com sua famosa capa verde com a melancia mordida ele alavanccou Marian para a lista das mais adoradas romancistas dos últimos tempos. Keyes inovou: seus dramas são carregados de um humor duro e real, que conquista o leitor e o faz reconhecer os próprios momentos difíceis da vida e suas possíveis soluções. Suas protagonistas - magras, gordas, baixas, altas, sãs e drogadas- nadam em marés de amor e azar absolutos, em altos e baixos que nos levam a torcer e chorar sempre que elas caem ou levantam. E elas caem muito. Mas erguem-se sempre, escorando-se no humor sádico da vida, (e às vezes num salto quinze, porque ninguém é de ferro =p). Em Melancia, Marian nos apresentou à Claire Walsh e, em seus romances posteriores deu continuidade a história de vida das irmãs Walsh, (uma mais paranóica que a outra diga-se de passagem \o/). Em seu último livro 'Tem alguém aí?' (Bertrand Brasil, pré-venda), Keyes nos apresenta à vida turbulenta de Anne, a mais nova das irmãs. Imperdível!! "Anna Walsh é um desastre ambulante. Ferida fisicamente e emocionalmente destruída, ela passa os dias deitada no sofá da casa de seus pais em Dublin com uma ideia fixa na cabeça: voltar para Nova York.
Nova York é onde estão seus melhores amigos, é onde fica o Melhor Emprego do Mundo®, que lhe dá acesso a uma quantidade estonteante de produtos de beleza, mas também, e acima de tudo, é a cidade que representa Aidan, seu marido.
Só que nada na vida dela é simples…
Sua volta para Manhattan se torna complicada não só por conta de suas cicatrizes físicas e emocionais, mas também porque Aidan parece ter desaparecido.
Será que é hora de Anna tocar sua vida pra frente? Será que ela vai conseguir (tocar a gente sabe que sim; o negócio é pra frente)?
Uma série de desencontros, uma revelação estarrecedora, dois recém-nascidos e um casamento muito esquisito talvez ajudem Anna a encontrar algumas respostas. E talvez transformem sua vida… para sempre

Se lerem algum, venham me contar o que acharam!

x.o.xo. Ket

10 Outubro, 2009

A diva desnuda




Alessandra e Fabiano. Ele toca, ela traduz.

Pagando de Serena Van der Wodsen ultimamente: venho, solto uma novidade, vou embora e volto quando tudo já tiver assentado. É muita - má- influência de Gossip Girl.
Acho que devo um post sobre o show da Alessandra Forte, não é? Pagando dívida então:
O show ocorreu no começo do mês passado e foi, com toda certeza, um dos momentos mais incríveis deste meu tempo de dança. Não há como descrever, de forma concisa, a gama de emoções que aquele dia me proporcionou sem parecer até piegas. Vou parecer piegas demais, na verdade mas tenho que dizer: foi lindo.
De todas as maneiras.
Primeiro, já confirmo o que todos, volta e meia, dizem sobre ela: é linda, bem humorada, humilde, simpática e... totalmente humana.
Como? que? quem disse que não era? Você não sabia? =D
Deixa eu tentar explicar sob meu prisma. Tia Alessandra sempre foi minha diva de sonho. Aquela bailarina inspiradora que eu assistia todos os dias e sonhava um dia conhecer. A top, a perfeita, a-melhor-das-melhores. Algo como uma Queen B. - que nesse caso seria Queen A. [ignorem, estou assistindo um episódio de GG enquanto escrevo], linda e estilosa que me inspiraria a ser igual um dia. Então, de certa forma, ela sempre foi algo meio etéreo; uma mulher tão incrível que parecia inventada.
Pois bem, eu descobri que não é inventada. É real, é incrível e, é humana! [vem dizer, mereço um Nobel, han?].
Alessandra é uma pessoa admirável. Do tipo que abraça, sorri, cumprimenta a todos; totalmente humilde, de sentar nas escadas junto com outras bailarinas pra esperar sua hora de entrar; bem humorada pra caramba; do tipo altos brados e, uma bailarina fenomenal. De todas as formas.
Então, ela dança. E como dança... É quase impossível assisti-la sem se emocionar até as lágrimas com a magia que é essa mulher deslizando pelo palco. Ela não dança a música. Ela É a música. É a melodia, é a base, é o ritmo que se prolonga. Não há enfado, nem o óbvio. Ela dança o simples e o complexo ao mesmo tempo, e ainda sobra tempo para o espontâneo. Impossível? Não pra ela.
Já passei por muitos momentos lindos dentro da dança, mas nenhum, até o momento, havia me emocionado tanto quanto ver minha diva dançando. Sabe aquelas lembranças boas que a vida vai colocando na caixinha? Conhecer Alessandra Forte foi uma delas.
A diva desnuda de preconceitos, de estrelas, de clichês.




*Falando do show não posso deixar de agradecer três pessoas especiais que tornaram esse momento maaais incrível:
Lucy... obrigada pelas palavras sempre gentis. É recíproco. - E, obrigada por ter me ensinado a escapar do camarim pra assistir tia Ale haha te devo uma!
Samy... você é única. Obrigada pela amizade e o apoio, você me tem em conta mais do que mereço *_*
Michele... nada que eu escreva ou fale chega perto do quão único foi poder conhecer a tia Ale. Obrigada pela oportunidade única de ter vislumbrado a base da tua trajetória =) Mesmo *

22 Setembro, 2009

pulo do gato

Eu volto. Juro!!!
Estudando, twittando à beça, e namorando um pouquinho xD
Estou devendo um post sobre o show -perfeito- da Alessandra mas tento acabar até o fim de semana ;)
beijo no coração de todas.

02 Setembro, 2009

Lulu 3- a novela

Lulu Maria magoada com Jorge Manuel e sua nova amada Debora Catarina, se rebela e no alto da crise de TPM vai embora da plantação de algodão da família Sabongi.
Quais as emoções do próximo capítulo?
Não sei, mas descontrair é sempre o melhor remédio \o/
.

Lulu 2

Ah agora entendi.
Bafão.
Mas bafão com dois lados e muita coisa pra levar em conta.
Quem pode dizer quem está certo e errado além dos envolvidos?
Eu que não.
.
Diquinha: o texto bacana da Lu Arruda.